Há sete meses sete pecados capitais me atormentam sente anjos me saudaram, sete trombetas ressoaram.
Há sete meses sete heróis salvaram às sete maravilhas do mundo de sete pragas.
Há sete meses sete homens fizeram sucumbir setenta.
Há sete meses sete algozes, sete demônios, sete mortes.
Há sete meses sete paladinos, sete deuses, sete vidas.
Há sete meses as sete cores do arco-íris ganharam sete brilhos.
Há sete meses sete bilhões não fizeram diferença.
Há sete meses renasci sete vezes.
Há sete meses. Há um destino.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Imortal, imortal.
Tenho orgulho da minha terra
Que não só terra, aqui tem água
Que na pobreza a mesa é farta
Que não só seca, aqui tem mata
Um orgulho dos coqueiros olindenses
Dos sertões com seus repentes
Do oxente do matuto
Do solo de Pernambuco
Tenho um orgulho danado dos artistas conterrâneos
Do poeta contemporâneo
Lenine e seu violão
Chico Sciense e sua nação
Tenho orgulho da rima
Orgulho da viola
Do sorriso em alto-estima
Do tareco e mariola
O calor do sol
Bronzeando o litoral
Um copo de skol
E todos em alto-astral
Um orgulho do carnaval
Das pontes, da história
De tua obra artesanal
Do teu passado de glória
De ser Leão-do-Norte
Da terra de Virgulino
De reconhecer teu porte
E saber de cor teu hino.
(BARBOSA, Victor)
Que não só terra, aqui tem água
Que na pobreza a mesa é farta
Que não só seca, aqui tem mata
Um orgulho dos coqueiros olindenses
Dos sertões com seus repentes
Do oxente do matuto
Do solo de Pernambuco
Tenho um orgulho danado dos artistas conterrâneos
Do poeta contemporâneo
Lenine e seu violão
Chico Sciense e sua nação
Tenho orgulho da rima
Orgulho da viola
Do sorriso em alto-estima
Do tareco e mariola
O calor do sol
Bronzeando o litoral
Um copo de skol
E todos em alto-astral
Um orgulho do carnaval
Das pontes, da história
De tua obra artesanal
Do teu passado de glória
De ser Leão-do-Norte
Da terra de Virgulino
De reconhecer teu porte
E saber de cor teu hino.
(BARBOSA, Victor)
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